A Eubiose em sentido restrito

Convirá, antes do mais, analisar o termo “revelar”. Ao contrário do que pode à primeira vista parecer, revelar não é descobrir, pôr a nu, nem significa, de modo algum, o acto de mostrar em toda a sua pureza, em toda a sua extensão e profundidade aquilo que está oculto, aquilo que está velado. Isto seria desvelar. Revelar é tão somente o acto, a “praxis” que re-vela, isto é, que “torna a velar”, que “vela de novo”.
É por isto que todos os grandes Iluminados que procuraram ensinar aos homens a Verdade, não vieram desvelá-la, mas sim revelá-la, apresentá-la com novas vestes, novas roupagens que estivessem de acordo, como diria H.J.S., “com a evolução natural da época dos seus vários aparecimentos”. Poder-se-ia mesmo dizer que os grandes Iluminados procuram tirar o maior “rendimento” espiritual daqueles a quem a sua revelação se dirige, isto é, procuram conduzi-los da forma mais rápida e mais segura à “desvelação”.
Pensamos, pois, que não necessitará de posteriores comentários a seguinte afirmação: a EUBIOSE é uma nova revelação, uma nova forma de apresentar as verdades sempre eternas da Sabedoria Divina.

O Novo “Pramantha”

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