CITAÇÕES DE JHS

Publicamos algumas citações do Mestre JHS, dos textos que escreveu para a Revista Dhâranã.

“A Ordem de Mariz tinha as suas insígnias (cruz e fita) Verde e encarnado, isto é, o Verde que veio usar depois, a de Aviz, e o Encarnado da de Cristo. Interessante que são as mesmas cores da respeitável Bandeira de Portugal… Mistério! Embora arrisquemos a dizer que “felizes daqueles que se acham sob a referida Protecção do Governo Oculto do Mundo”! Nessas condições, até hoje: PORTUGAL e BRASIL”.

Professor Henrique José de Souza
In revista Dhâranâ nº 110 – Outubro a Dezembro de 1941 – Ano XVI

LisCPEGALIZA
“Entre os gauleses existia a tradição de que os antigos celtas tinham vindo de ilhas distantes do lado do poente, expulsando das terras, que passaram a ocupar, seus primitivos habitantes, hoje considerados como de raça fenícia. Hu Gadan, seu herói epónimo, condutor de povos (um manu, portanto, pois o mesmo termo Hu-Gadan, Garden, Jardim, etc., quer dizer: o que conduz ou serve de guia ao Paraíso, ao Éden, ao Jardim terreal, etc., o que tanto vale, por uma Terra Prometida ou Canaan…), inventor do arado e do barco, civilizador como Quetzalcoatl ou Nemqueteba, trouxera os celtas de longínqua terra ocidental do oceano atlântico. Daí, a teoria que indica PORTUGAL – Portus Gallie, ou porto dos galos, gauleses, etc., para essa chegada, onde subiram à Galiza, dominando depois, a França, Gália, estendendo-se à Valónia ou Galónia, Bélgica atual; atravessando o estreito e dominando as ilhas Britânicas: País de Gales, Gaeledonia ou Caledonia. Mais tarde, seus chefes militares, atiraram-nos por toda Europa até o Oriente: Gália cisalpina, Galícia, Galácia, Galiléa. Alguns apontam, também, os famosos Galas da Abissínia.”

Professor Henrique José de Souza
In revista Dhâranâ, nº 104 de Abril a Junho de 1940

LisCPE“Já tivemos ocasião de dizer, em mais de um dos nossos artigos, que Portugal tanto vale por Porto-galo, gaulês, etc. para, onde, por sua vez, o Manu Ur Gardan conduziu um ramo celta, trazido de longínqua região, que foi devastada, mui propositadamente, pelo fogo (Ur), pois, a humidade e as feras de semelhante região (Rua, em sânscrito, corpo, etc. e no celta – RUPE, ROPE), concorriam para aniquilar os seus habitantes.
Do Ur (Fogo) e ROPE (corpo, região, lugar, etc.), nasceu o conhecido termo Europa. O mesmo nome do referido Manu completa o sentido de tudo quanto vimos até agora desenvolvendo: Ur, Fogo e Gardan ou Gardem, éden, jardim, paraíso, etc.); aquele que vem do Lugar, da região devastada pelo fogo, ou seja o Manu conduzindo seu povo para o litoral do continente (Dvipa).”

Professor Henrique José de Souza
In revista Dhâranâ, n.º 113 e 114 de Julho a Dezembro de 1942
LisCPE
“E como tal, ÍNDIA continua e continuará “deslumbradoramente espiritualizada”, como diria Junqueiro, extasiado diante da sonata de Beethoven, intitulada Clair de Lune, “em magnólico alvor de sagração”, porque aquela (a Lua) se refletindo mística e apaixonadamente na superfície cristalina dos indianos lagos cobertos de Lotos, como também, nos de seu sagrado rio – o Ganges, é como:

“O luar fulgente, o luar dormente, o luar silente,
Vaporoso, mavioso, harmoniosamente,
Submerge em sonho, em nupcial balsâmico torpor,
A terra que amamenta as florestas vorazes,
Imortal virgem-Mãe de robles e lilazes…””

Professor Henrique José de Souza
In revista Dhâranâ, n.º 95 a 98 de Janeiro a Dezembro de 1938

LisCPESIC ILLA AD ARCAM REVERSA EST
“Assim voltou Ela para a Arca” ou Agarta. Assim saiu Ela do mesmo Lugar… Sim, para anunciar ao novo Noé (anagramaticamente EON, ou a manifestação da Divindade na Terra, digamos sem rebuços, o Manu racial…), o florescer dos campos! E então, a gentil avesinha saudará o Sol nascente com seu canto suave e melodioso!
E com isso, um novo Continente, uma nova Raça, uma Nova Civilização!
Desperta, alma humana ao jubiloso canto da avesinha que saúda o Sol, Fonte de Luz e Vida! Recebe, ó civilização, o beijo da Luz, dessa Luz Divina, que é Vida da Vida. E em dupla forma, Amor e Mente Universal!
Os olhos daquela que dormiu durante séculos, estão voltados para o OCIDENTE, embora que do Oriente viesse, até há bem pouco, a Luz que banhava a superfície da Terra! Hoje o oriente fundiu-se no Ocidente, como rezavam as velhas profecias, inclusive aquela sibilina da Serra de Cintra, em Portugal.
País do Ocidente, “Ilha Imperecível, que nenhum cataclismo pode destruir”, Morada dos Deuses, SHAMBALLAH, enfim, estreitamente ligada a terra de Badezir, Basil ou BRASIL!

Professor Henrique José de Souza
In revista Dhâranâ, n.º 104 – Abril a Junho de 1940 – ANO XV

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